quarta-feira, 30 de março de 2011

O Som do Coração

Sabe aqueles filmes que você segura segura a vontade de chorar, mas é difícil? Que o final é emocionante, tocante e que você entra na história como se sua própria vida que estivesse ali?

Foi assim que eu me senti com O Som do Coração
O filme começa mostrando um encontro mágico e inesperado entre uma violoncelista, Lyla Novacek (Keri Russell), e um guitarrista roqueiro irlandês, Louis Connelly (Jonathan Rhys Meyers). É amor à primeira vista e eles passam a noite juntos (num lugar suuuuper romântico, ai ai *suspiros*).
Os pombinhos são separados pelo pai de Lyla. Mas desse amor inesperado vem uma gravidez.

Isso, claro, não estava nos planos para o futuro de Lyla, de acordo com seu pai.
Louis não sabe de nada e Lyla é separada de seu filho, Evan (Freddie Highmore), quando ele nasce. Sendo ele mandado para um orfanato.
Evan é um menino muito especial. Além de muito fofinho, hehehe, ele tem um dom incrível para a música.

Escuta música em todo o lugar, em todo momento, em qualquer objeto e ambiente (seria o chamado "ouvido absoluto"). Ela guia sua vida e ele tem certeza de que, por meio dela, ele vai encontrar seus pais. Sendo assim, não quer ser adotado.
Num dia, seguindo os sons à sua volta, Evan simplesmente deixa o orfanato e segue estrada afora rumo ao seu destino (ainda desconhecido).

Durante todos esses anos, Lyla e Louis nunca mais se viram ou se falaram, mas também nunca mais foram os mesmos, sempre sentindo que algo estava faltando, abandonando suas antigas carreiras e ficando meio que sem rumo na vida.
Evan chega em Nova York e conhece o "Mago", homem que "cuida" (com muitas aspas) de crianças com talento musical para conseguir dinheiro usando elas. De cara ele percebe o talento sobrenatural de Evan, que nunca tinha tido lições de música, e lhe ensina várias coisas, buscando mais uma vez ganhar grana com ele.
O Mago apelida Evan de "August Rush", nome forte e apropriado para um músico.
Usando seu pseudônimo, era difícil para que as autoridades e qualquer outra pessoa o encontrasse.

Depois de muitos anos, o pai de Lyla confessa seu "pecado", de ter mandado Evan para um orfanato e ter dito à filha que ele não havia conseguido sobreviver.

Ela fica transtornada em busca do filho.
Não vou contar o final senão perde a graça, mas assistam porque vale muito a pena.
É emocionante e as músicas são lindas também.

É o tipo de filme que você fica torcendo, se contorcendo inquieto no sofá para que dê tudo certo.



Coisas interessantes:
1) É possível que uma criança nasça com talento nato pra música? Sim!
Claro que deve ser aperfeiçoadocom o tempo, mas existe sim essa possibilidade. É o que chamamos de dom mesmo, eu diria.
2) Evan tem certeza que a música vai guia-lo aos pais. Mesmo sendo caçoado o tempo todo por seus colegas no orfanato ele não desiste disso. Sua determinação é admirável.
3) Amor à primeira vista é sempre lindo, né gente? Eu amo histórias assim. Mas, será que é possível mesmo? Alguém tem um caso pra contar?
4) Procurando no google achei uma pesquisa que usa o filme como tema de discussão.
Interessante! Estou pensando em ler.



Assistam e depois me contem,ok?

Beijos beijos e até.

terça-feira, 29 de março de 2011

Para pensar

Vi essa foto/texto no facebook da jornalista Érica Salazar. Que aliás é uma pessoa super simpática, já assisti a duas ou três palestras dela na FACOM/UFJF e sempre me divirto e simpatizo mais com ela! (:

Aí vai:
Legal, né?
Você já disse "eu te amo" hoje? Já abraçou alguém? Desejou um "Bom dia" realmente DESEJANDO que a pessoa tenha um bom dia?

E o que mais me marcou do texto: Você acrescenta anos à sua vida ou vida aos seus anos?

O que acharam?
Beijos beijos!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Eat Pray Love

Ontem eu estava viciadamente devorando 53 páginas faltantes do resto do livro Comer Rezar Amar da escritora Elizabeth Gilbert.

Decidi que faria então desse assunto a minha primeira "postagem oficial" do blog.
Afinal, junta várias coisas que amo e já mencionei: literatura, cinema e viagens.
Comecei bem? O que acham?

A história é sobre a Liz Gilbert, isso mesmo a autora, que após um divórcio traumático e um caso de amor que não deu certo resolve tirar um ano para viajar sozinha e buscar sua espiritualidade e equilíbrio passando por três lugares: Roma (Itália), Nova Delhi (Índia) e Bali (Indonésia), morando quatro meses em cada lugar exatamente nessa ordem.

Na Itália, ela redescobre o prazer de COMER.
Na Índia, encontra sua forma pessoal de REZAR.
Na Indonésia, reaprende como se permitir AMAR.

Primeiro eu assisti o filme no cinema, Julia Roberts é quem faz o papel da Liz Gilbert.
A-m-e-i. 
Acho incrível as pessoas que tem coragem de largar tudo e viajar, para buscar a si mesmo principalmente.
Muito mais interessante ainda é assistir e ficar imaginando que alguém DE FATO FEZ isso, não é ficção.

Daí fiquei louca querendo ler o livro, CLARO. Mas só recentemente a minha mamãe querida me fez uma surpresa e me deu de presente (eba!).
O livro tem 474 páginas das quais eu teria perfeitamente lido em um dia inteirinho caso não tivesse que parar para viver cumprir as obrigações semanais, né...

Assim como penso sobre livro X filme para Harry Potter, Saga Crepúsculo entre outros: o filme JAMAIS supera o livro.
Claro que imagens dão um tcham a mais, mas o livro sempre sempre sempre (na minha curta experiência) tem mais emoção e mais detalhes. Muuito mais detalhes.

Mas não resolvam não assistir ao filme por isso. Dentre os citados acima (que são os que consigo lembrar agora) e esse, Comer Rezar Amar é bastante fiel e pouca coisa fica de fora.

Então, porque não curtir OS DOIS?
Afinal, o filme você assiste, curte as imagens bonitas e gasta pouco mais que duas horinhas num entretenimento muito do agradável.
Já o livro você pode ler um pouco todo dia naqueles minutinhos antes de dormir. Quer coisa mais gostosinha de fazer? (Eu ADORO, hehe)

Lendo o livro eu ficava me indagando: será que a Liz Gilbert verdadeira é bonita, parecida com a Julia Roberts? E sobre o brasileiro que ela conhece (Felipe) e que no filme é interpretado tão MAL por Javier Bander?

Desculpa para quem ainda não leu/viu dar essa notícia triste. Mas que tipo de BRASILEIRO é esse? Gente, não tem nada a ver, me decepcionei bastante.
1°) Nós não beijamos filhos na boca. (Hein?!)
2°) Que sotaquezinho PODRE. Porquê não escalaram um brasileiro legítimo para o elenco?!
Concordam?

De qualquer maneira, fui buscar no nosso querido amigo Google sobre a autora e me surpreendi.
Que bo-ni-ta! Achei ela super gata, e tem cara de simpática ainda!



Pra finalizar, deixo aqui a foto do verdadeiro Felipe, que sejam muito felizes, ê!





Espero opiniões, ok?
Beijos beijos e até!

domingo, 27 de março de 2011

Numa noite de domingo...

Boa noite!

Já faz um tempo que estou querendo criar um blog.
E foi numa noite de domingo, assistindo fantástico, navegando em blogs de decoração e lendo "Comer Rezar Amar" tudo ao mesmo tempo que eu decidi que finalmente iria deixar de ser medrosa e iniciar o blog.

Nossa, que difícil. Tudo começa com o nome. Fazem semanas que estou pensando em todos os tipos de nome que incluam as palavras tudo e nada.

Porquê ?!

Bom, porque quando paro para pensar sobre o que gostaria de escrever e sobre o que eu acho que tenho competência algum conhecimento sobre, sempre esbarro em coisas que considero defeitos e qualidades minhas: curiosidade, inquietude e vontade de aprender e viver coisas novas.
Percebi que estou sempre buscando novos aprendizados e hobbies e cursos e e e... mas normalmente não me aprofundo em nada a ponto de me considerar realmente entendida do assunto.

Por isso, vou escrever um muito do nada e um nada do tudo. Confuso? Hehehe

Claro que tenhos interesses específicos e desejo explorá-los aqui. Como cinema, música, literatura, decoração, viagens e turismo e otras cositas más.

Me acompanha?

Então aproveite o resto de domingo, relaxe bastente, se imagine nesse lugar incrível e até amanhã!